Eu tenho uma tese, por favor,
- Anderson França, Dinho
- 30 de ago. de 2018
- 1 min de leitura
Atualizado: 7 de set. de 2018
não é pessoal. Alguns - sobretudo homens - acadêmicos de esquerda, cismam comigo - porque maluco não ama, maluco cisma.
E garram num post ou NALGO que lancei para o universo. E eles, com o devido exame de espermograma indicando um leite mais ralo que café de filtro do Starbucks, eles tira a camisa, se alongam, alongam os dedos, massageiam as partes, o bíceps, botam Banda do Mar, desligam o ventilador pra suar o corpo nesse tesão, e escrevem
mas escrevem tanto nos comentários, mas tanto, tanto, que isso consome a energia suficiente para alimentar a cidade de Coari por dois meses, mantendo assim o programa de remanejamento florestal sempre em funcionamento,
e talvez isso explique porque o Facebook é o lugar onde a frustração da inabilidade acadêmica se revela, pois os caras não conseguem construir uma mini mureta de argila com palha de cipó para abrigar uma capivara malandra e fumante do Alto do Caparaó, mas se sentem portadoras de biografias agigantadas e Leviatânicas, revelada para nós numa caixa de comentário, dizendo que leram Marcus Garvey, AKA: viram um video no youtube. De 3 minutos. Só viram 30 segundos.
Eu tenho uma vontade REAL de arrancar minha roupa e me amassar safadamente e molhadamente com esse caras atrás da porta do quarto escondidinho numa tarde de quinta feira amor musculo com musculo bafo de ome, e dar a esses meus amigos a chance concreta de alguma realização hormonal e tântrica.
Por isso geralmente não respondo. Eu uso o facebook entre uma construção real e outra. Não leva pro pessoal. Amo vocês.
Comments